“Quando se fala especificamente de carnes e derivados, os aspectos mais buscados pelos consumidores são, sem dúvida, a aparência de frescor, odor e cor, sinais evidentes de boa qualidade e segurança alimentar. Neste segmento, assim como para a maioria dos alimentos, a embalagem tem participação indispensável desde o processo industrial até a chegada no consumidor final, passando pelo armazenamento, transporte, distribuição e comercialização, de forma a garantir uma entrega de alta qualidade e segurança”, escreveram.
Segundo os especialistas, os sistemas de embalagem mais tradicionais utilizados pela indústria frigorífica incluem, quase sempre, condições de vácuo ou atmosfera modificada. “Devido à sua alta perecibilidade, a qualidade inicial das matérias-primas deve ser a melhor possível pois, com as tecnologias tradicionais, a embalagem no máximo poderá manter a qualidade existente, retardando o início da deterioração microbiológica, processos oxidativos e alterações de propriedades como aparência geral e odor”, completam.
“O consumidor desse produto exige crescentemente embalagens mais atraentes, práticas, convenientes, informativas, fáceis de entender, manipular e descartar. Além disso, com o aumento da conscientização em relação à sustentabilidade e redução de impactos sociais e ambientais, o mesmo começa a demandar ações visando redução de perdas, desperdícios, rastreabilidade, bem como cuidados no bem-estar animal e assim por diante”, concluem.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems